Na minha escola as novas tecnologias está sendo apresentada através do laboatório de informática.Fazendo com que os alunos tenham acesso as informações que facilitaram sua aprendizagem e o convívio em grupo.
Mostra que através da internet podemos participar de tudo que acontece a nossa volta.Dentro do meio em que vivemos ela está presente e atuante nos mercados,farmácias,escritórios e empresas.Por isso,é importante mostrar a necessidade de aprender com as novas tecnologia.
No mercado de trabalho está precisando de pessoas qualificadas para as novas exigências tecnologicas,È preciso conscientizar a importância das novas tecnologias para o futuro de nossos alunos,e fazê-los perceber da importância da atuação deles como cidadãos particpantes no mercado de trabalho.
Qual é a nossa idéia...
Este blog é um espaço de cooperação e construção coletiva de um novo saber.
Os envolvidos são destacados educadores do município de Maricá.
Nossa proposta vem da oportunidade de realizar novas discussões sobre o nosso papel na sociedade educacional.
“Não são as técnicas, mas sim a conjugação de homens e instrumentos o que transforma uma sociedade.”
Paulo Freire
Os envolvidos são destacados educadores do município de Maricá.
Nossa proposta vem da oportunidade de realizar novas discussões sobre o nosso papel na sociedade educacional.
“Não são as técnicas, mas sim a conjugação de homens e instrumentos o que transforma uma sociedade.”
Paulo Freire
segunda-feira, 31 de maio de 2010
O futuro e a Tecnologia
As novas tecnologias vieram para facilitar a comunicação entre as pessoas e adquirir novos conhecimentos.A escola deverá se atualizar e desenvolver atividades nais quais passam a inserir os alunos nas novas tecnologias.
Através dos anos a informática vem ganhando lugar em todos os setores do meio em que vivemos e com isso precisamos colocar os nossos alunos participando dessa evolução,e vivenciando essa modernidade que está sendo cobrado na sociedade.
Com as novas tecnologias as pessoas estão se aproximando mais,estão participando do que está acontecendo ao redor do mundo e com isso acontece a globalização.
Através dos anos a informática vem ganhando lugar em todos os setores do meio em que vivemos e com isso precisamos colocar os nossos alunos participando dessa evolução,e vivenciando essa modernidade que está sendo cobrado na sociedade.
Com as novas tecnologias as pessoas estão se aproximando mais,estão participando do que está acontecendo ao redor do mundo e com isso acontece a globalização.
domingo, 30 de maio de 2010
Minha lista de blogs
http://flordelizfeliz.blogspot.com
www.grupos.com.br/blog/pedagogia-eadfacinter
http://midiaseducacao-videos.blogspot.com
http://novotelecurso.blogspot.com
http://novainter.net/blog/2009/o-mito-da-extincao-do-professor
http://blog.ivetesangalo.com
www.grupos.com.br/blog/pedagogia-eadfacinter
http://midiaseducacao-videos.blogspot.com
http://novotelecurso.blogspot.com
http://novainter.net/blog/2009/o-mito-da-extincao-do-professor
http://blog.ivetesangalo.com
Como sua escola está preparada para estas mudanças?
As mudanças são inevitáveis, mesmo que alguns profissionais resistam um pouco, critiquem por não conhecerem, tentem não realizar, acabam tendo que utilizar e vão aos poucos se familiarizando, indagando, questionando, aceitando e levando para sua prática diária.
Somos todos “contagiados” pelo entusiasmo dos nossos alunos (que clamam por mudanças), pelos projetos de nossos colegas educadores, pelo incentivo que o Governo do Estado nos tem oferecido etc.
A minha escola lança mão de todas as oportunidades oferecidas, nos traz cursos de capacitação e atualização, fez obras de adaptação no LIE, na sala de vídeo, informatizou a sala de recursos humanos, a secretaria escolar e, em breve, fará o mesmo na sala dos professores e biblioteca.
Tudo que precisamos saber sobre o uso das NTIC (Novas Tecnologias da informação e Comunicação), procuramos ajuda nos PTE (Pólo de Tecnologia Educacional) e NTE (Núcleo de Tecnologia Educacional), que nos socorre imediatamente sanando dúvidas e incentivando nos projetos que desenvolvemos junto aos alunos e professores.
Vivemos uma época privilegiada de recursos tecnológicos e informações que, se direcionarmos bem enquanto educadores seremos autores de grandes histórias da Educação.
Somos todos “contagiados” pelo entusiasmo dos nossos alunos (que clamam por mudanças), pelos projetos de nossos colegas educadores, pelo incentivo que o Governo do Estado nos tem oferecido etc.
A minha escola lança mão de todas as oportunidades oferecidas, nos traz cursos de capacitação e atualização, fez obras de adaptação no LIE, na sala de vídeo, informatizou a sala de recursos humanos, a secretaria escolar e, em breve, fará o mesmo na sala dos professores e biblioteca.
Tudo que precisamos saber sobre o uso das NTIC (Novas Tecnologias da informação e Comunicação), procuramos ajuda nos PTE (Pólo de Tecnologia Educacional) e NTE (Núcleo de Tecnologia Educacional), que nos socorre imediatamente sanando dúvidas e incentivando nos projetos que desenvolvemos junto aos alunos e professores.
Vivemos uma época privilegiada de recursos tecnológicos e informações que, se direcionarmos bem enquanto educadores seremos autores de grandes histórias da Educação.
Educação Digital e Tecnologias da Informação e Comunicação
OBS.: Como foi esclarecido, lancei mão do kit mídias de uma escola estadual para assistir a programação completa de 5h sobre Educação Digital e Tecnologias da Informação e Comunicação, em substituição ao vídeo integrante do CD Ensinando a Aprendendo com as TICs 100h.
Programa 1: O que pode você, professor.
Programa 2: Uma rede que aprende e ensina
Programa 3: Formação para Educadores
Programa 4: Muitos meios, muitas comunicações
Programa 5: Políticas para o uso das tecnologias da informação e da comunicação na Escola (Proinfo Integrado)
Trata-se do programa Salto para o Futuro, da TV Escola, onde o tema abordado dividido foi em cinco programas de sessenta minutos cada um.
Nesta programação, professores de diversos estados do Brasil participam ao vivo enviando e-mail, fax ou telefonando para questionarem ou opinarem sobre suas dúvidas, anseios e desejos.
O programa também coloca diversos especialistas da área em questão para responder a cada pergunta dos professores, nesse caso todas relacionadas às TICs e Educação Digital e o seu uso nas escolas públicas.
Os vídeos também abordam sobre o educador (sem exceção - todo aquele que compõe a escola – a professor, o administrador, pessoal de apoio, alunmos, pais, comunidade circundante etc.).
Fala sobre a escola como entidade que realiza a educação e quando esta se dá conta de que também aprende, ensina ainda melhor.
Os vídeos também discutem sobre os diferentes espaços de formação de professores, formando uma rede integrada para a aprendizagem. E destaca o papel das TIC nessa rede de espaços de formação.
Discute sobre como a escola deve se apropriar e usar bem as TIC, utilizando projetos voltados para a “educomunicação” e o perfil do profissional que atua nesta área de Educação e Comunicação.
E, por fim, a programação leva os especialistas a debaterem sobre os vários usos que as pessoas têm feito dessas tecnologias e como interagem nos espaços virtuais.
O programa também apresenta o PROINFO integrado com a escola e a prática cotidiana escolar.
Esta programação é fascinante, pois através dela consegui visualizar que inúmeros projetos estão sendo trabalhados e solidificados na área das TIC, em nossas escolas públicas. Vi que o acesso é para todos, sem exclusão.
Consegui sanar dúvidas que tinha sobre as políticas para atualização de toda esta tecnologia que foi plantada nas escolas e que, por não saberem usar, acaba ficando abandonada dentro de um almoxarifado.
A partir deste curso e deste vídeo, sinto-me responsável por incentivar e multiplicar aos colegas professores, todo o nosso comprometimento em fazer o melhor com autonomia e responsabilidade.
Programa 1: O que pode você, professor.
Programa 2: Uma rede que aprende e ensina
Programa 3: Formação para Educadores
Programa 4: Muitos meios, muitas comunicações
Programa 5: Políticas para o uso das tecnologias da informação e da comunicação na Escola (Proinfo Integrado)
Trata-se do programa Salto para o Futuro, da TV Escola, onde o tema abordado dividido foi em cinco programas de sessenta minutos cada um.
Nesta programação, professores de diversos estados do Brasil participam ao vivo enviando e-mail, fax ou telefonando para questionarem ou opinarem sobre suas dúvidas, anseios e desejos.
O programa também coloca diversos especialistas da área em questão para responder a cada pergunta dos professores, nesse caso todas relacionadas às TICs e Educação Digital e o seu uso nas escolas públicas.
Os vídeos também abordam sobre o educador (sem exceção - todo aquele que compõe a escola – a professor, o administrador, pessoal de apoio, alunmos, pais, comunidade circundante etc.).
Fala sobre a escola como entidade que realiza a educação e quando esta se dá conta de que também aprende, ensina ainda melhor.
Os vídeos também discutem sobre os diferentes espaços de formação de professores, formando uma rede integrada para a aprendizagem. E destaca o papel das TIC nessa rede de espaços de formação.
Discute sobre como a escola deve se apropriar e usar bem as TIC, utilizando projetos voltados para a “educomunicação” e o perfil do profissional que atua nesta área de Educação e Comunicação.
E, por fim, a programação leva os especialistas a debaterem sobre os vários usos que as pessoas têm feito dessas tecnologias e como interagem nos espaços virtuais.
O programa também apresenta o PROINFO integrado com a escola e a prática cotidiana escolar.
Esta programação é fascinante, pois através dela consegui visualizar que inúmeros projetos estão sendo trabalhados e solidificados na área das TIC, em nossas escolas públicas. Vi que o acesso é para todos, sem exclusão.
Consegui sanar dúvidas que tinha sobre as políticas para atualização de toda esta tecnologia que foi plantada nas escolas e que, por não saberem usar, acaba ficando abandonada dentro de um almoxarifado.
A partir deste curso e deste vídeo, sinto-me responsável por incentivar e multiplicar aos colegas professores, todo o nosso comprometimento em fazer o melhor com autonomia e responsabilidade.
"Quem sou como professor e aprendiz"
Enquanto professor sou constantemente aprendiz.
O educador que faz a diferença na Educação participa de capacitações, dá voz ao seu aluno, torna suas aulas prazerosas, inclui as novas tecnologias da educação e da comunicação em suas aulas, enfim, trabalha de forma responsável, atual e inclusiva.
Como aprendiz professor, estou constantemente interagindo com meus alunos, trocando experiências, cuidando sempre para que o meio seja apropriado à aprendizagem, estimulando e sendo estimulado diante de cada desafio apresentado.
Nós podemos lançar mão de muitos e inúmeros recursos que a atualidade nos proporciona para tornar as aulas mais interessantes e eficazes, temos a internet, as informações, o mundo digital, as enciclopédias virtuais, os dicionários on-line, vídeos educativos e muitos outros recursos; basta querer e fazer.
Enquanto professor-aprendiz sou responsável pela melhoria na qualidade do ensino-aprendizagem.
A educação está nas mãos de agentes de aprendizagem comprometidos em transformar e escrever a história da Educação de forma diferente e não só tratar a educação como tradicional, as lanças mão da informalidade e do diferente..
Estou como professor aprendiz, participando de cursos de aperfeiçoamento para refletir sobre a época digital em que vivemos, como lidar com as novas tecnologias, como compreender essa sociedade da informação, como inserir esse processo digital e tecnológico em minha prática cotidiana, contribuindo para qualidade da educação e a inclusão social de crianças, jovens e adultos brasileiros.
O educador que faz a diferença na Educação participa de capacitações, dá voz ao seu aluno, torna suas aulas prazerosas, inclui as novas tecnologias da educação e da comunicação em suas aulas, enfim, trabalha de forma responsável, atual e inclusiva.
Como aprendiz professor, estou constantemente interagindo com meus alunos, trocando experiências, cuidando sempre para que o meio seja apropriado à aprendizagem, estimulando e sendo estimulado diante de cada desafio apresentado.
Nós podemos lançar mão de muitos e inúmeros recursos que a atualidade nos proporciona para tornar as aulas mais interessantes e eficazes, temos a internet, as informações, o mundo digital, as enciclopédias virtuais, os dicionários on-line, vídeos educativos e muitos outros recursos; basta querer e fazer.
Enquanto professor-aprendiz sou responsável pela melhoria na qualidade do ensino-aprendizagem.
A educação está nas mãos de agentes de aprendizagem comprometidos em transformar e escrever a história da Educação de forma diferente e não só tratar a educação como tradicional, as lanças mão da informalidade e do diferente..
Estou como professor aprendiz, participando de cursos de aperfeiçoamento para refletir sobre a época digital em que vivemos, como lidar com as novas tecnologias, como compreender essa sociedade da informação, como inserir esse processo digital e tecnológico em minha prática cotidiana, contribuindo para qualidade da educação e a inclusão social de crianças, jovens e adultos brasileiros.
"As sereias do ensino eletrônico"
Em se tratando da utilização das tecnologias como matéria-prima de construção, temos a nossa disposição a internet que nos apresenta ambientes de aprendizagem alternativos. São dicionários eletrônicos, enciclopédias virtuais, fontes de pesquisas on-line, além de sites de entretenimento, jogos, noticiários, religiosos etc.
O educador nunca deve esquecer que mesmo diante de tanta tecnologia, grande público voltado para as TICs, toda esta revolução tecnológica, existe na ponta de tudo isso, o APRENDIZ.
“Portanto, não basta introduzir tecnologia, é fundamental pensar em como elas são disponibilizadas, como seu uso pode efetivamente desafiar as estruturas existentes em vez de reforçá-las”.
A educação por meios eletrônicos só funciona se for bem direcionada, com fontes reais para pesquisa, com textos claros que forme conceitos e que apresentem resumos e conclusões.
“Devemos usar o que a internet oferece de novo e positivo: a anonimidade, a eliminação de distâncias entre pessoas que têm (ou querem ter) um vínculo de relacionamento significativo, a possibilidade de criação e expressão pessoal, a descentralização da produção de conhecimento e de sua documentação, a ausência de formatos proprietários e a possibilidade de construção coletiva de projetos reais.
O educador nunca deve esquecer que mesmo diante de tanta tecnologia, grande público voltado para as TICs, toda esta revolução tecnológica, existe na ponta de tudo isso, o APRENDIZ.
“Portanto, não basta introduzir tecnologia, é fundamental pensar em como elas são disponibilizadas, como seu uso pode efetivamente desafiar as estruturas existentes em vez de reforçá-las”.
A educação por meios eletrônicos só funciona se for bem direcionada, com fontes reais para pesquisa, com textos claros que forme conceitos e que apresentem resumos e conclusões.
“Devemos usar o que a internet oferece de novo e positivo: a anonimidade, a eliminação de distâncias entre pessoas que têm (ou querem ter) um vínculo de relacionamento significativo, a possibilidade de criação e expressão pessoal, a descentralização da produção de conhecimento e de sua documentação, a ausência de formatos proprietários e a possibilidade de construção coletiva de projetos reais.
"Aprendizagem continuada ao longo da vida o exemplo da terceira idade"
A aprendizagem continuada em todas as etapas de idade torna-se importante e necessária porque o mundo encontra-se numa nova fase, a era digital e tecnológica.
Esse momento apresenta-se de variadas formas, seja na caixa do supermercado, seja na consulta de preços ainda no mercado, seja no caixa eletrônico, seja ao passar o cartão do ônibus no sensor, seja ao tirar fotos digitais para documentos, etc.
Todos, sem exceção, devemos estar incluídos nessa “sociedade tecnológica”.
“ensinar pode proporcionar condições para que a aprendizagem seja produto de um processo de construção de conhecimento que o aprendiz realiza na interação com o mundo dos objetos e do social. Neste sentido, aprender significa o aprendiz ser capaz de utilizar sua experiência de vida e conhecimentos já adquiridos na atribuição de novos significados e na transformação da informação obtida, convertendo-a em conhecimento”.
Na infância a aprendizagem ocorre de maneira mais confortável e fácil, pois criança está em busca ativa de conhecimentos, informações e disposta a realizar atividades para construção do seu conhecimento.
Por outro lado, temos a aprendizagem na idade adulta e terceira idade, onde busca pelo conhecimento passa a ser obrigatória para não ficar de fora desse mundo tecnológico.
O adulto não se predispõe, pois falta-lhe tempo, não gosta disso ou daquilo outro etc.
Também cabe ao educador ou ao agente de educação, transformar essa visão tornando este adulto desafiador, pesquisador, integrante principal no ato de aprender.
“A aprendizagem que ocorre na infância e na terceira idade é possível graças a criação de ambientes adequados e a presença de pessoas que funcionam como agentes que favorecem a construção do conhecimento”.
É de extrema importância o papel do AGENTE DE APRENDIZAGEM, para que ocorra a aprendizagem corretamente ao longo da vida.
Para que o agente de aprendizagem seja capaz de criar condições para que cada aluno possa se conhecer como aprendiz e que auxiliem o aprendiz a adquirir conceitos disciplinares e a desenvolver habilidades e competências para poder continuar a aprender ao longo da vida, o agente precisa conhecer o aluno, trabalhar com projetos educacionais, criar condições para a aprendizagem.
Esse momento apresenta-se de variadas formas, seja na caixa do supermercado, seja na consulta de preços ainda no mercado, seja no caixa eletrônico, seja ao passar o cartão do ônibus no sensor, seja ao tirar fotos digitais para documentos, etc.
Todos, sem exceção, devemos estar incluídos nessa “sociedade tecnológica”.
“ensinar pode proporcionar condições para que a aprendizagem seja produto de um processo de construção de conhecimento que o aprendiz realiza na interação com o mundo dos objetos e do social. Neste sentido, aprender significa o aprendiz ser capaz de utilizar sua experiência de vida e conhecimentos já adquiridos na atribuição de novos significados e na transformação da informação obtida, convertendo-a em conhecimento”.
Na infância a aprendizagem ocorre de maneira mais confortável e fácil, pois criança está em busca ativa de conhecimentos, informações e disposta a realizar atividades para construção do seu conhecimento.
Por outro lado, temos a aprendizagem na idade adulta e terceira idade, onde busca pelo conhecimento passa a ser obrigatória para não ficar de fora desse mundo tecnológico.
O adulto não se predispõe, pois falta-lhe tempo, não gosta disso ou daquilo outro etc.
Também cabe ao educador ou ao agente de educação, transformar essa visão tornando este adulto desafiador, pesquisador, integrante principal no ato de aprender.
“A aprendizagem que ocorre na infância e na terceira idade é possível graças a criação de ambientes adequados e a presença de pessoas que funcionam como agentes que favorecem a construção do conhecimento”.
É de extrema importância o papel do AGENTE DE APRENDIZAGEM, para que ocorra a aprendizagem corretamente ao longo da vida.
Para que o agente de aprendizagem seja capaz de criar condições para que cada aluno possa se conhecer como aprendiz e que auxiliem o aprendiz a adquirir conceitos disciplinares e a desenvolver habilidades e competências para poder continuar a aprender ao longo da vida, o agente precisa conhecer o aluno, trabalhar com projetos educacionais, criar condições para a aprendizagem.
"A sociedade da aprendizagem e o desafio de converter informação em conhecimento"
“... a única educação que faz sentido é a que nos faz mudar o mundo”.
Realmente o número de baixos índices de aprendizagem e leitura tem resultado um enorme fracasso escolar e tenho atribuído esse fato (já comprovado), à educação imposta, obrigatória e formal (oferecida aos alunos de nossa escola).
Confrontando com este quadro, temos os vários sistemas de aprendizagem informal que leva os alunos de nossas mesmas escolas a aprenderem de diversos modos, desde dentro de casa até as pequenas/grandes informações recebidas a cada fração de segundo. Sem falar que essa forma de aprendizagem informal é crescente, infinita e prazerosa.
Então, torna-se indispensável falar aqui sobre uma forte ferramenta contribuitiva para essa nova cultura de aprendizagem da informação e do conhecimento, que são as NTICS (Novas Tecnologias da Informação e do Conhecimento).
Outrora os educadores somente poderiam lanças mão dos livros didáticos, giz e apagador; hoje existe um universo tecnológico que o auxilia no trabalho e na magia de formar opiniões e formar cidadãos críticos e estruturados para este mundo digital.
E aí, estendendo o raciocínio, nós educadores precisamos observar atentamente o outro lado da moeda, ou seja, as partes negativas que seriam a linguagem virtual utilizada, abreviações exageradas e fora dos parâmetros da nossa língua oficial, os sites proibidos, a grande quantidade de links e informações recebidas a cada segundo, entre tantas outras coisas.
Deve-se analisar, interpretar, compreender cada informação recebida e esse sendo crítico deve ser formado pelo educador.
Realmente o número de baixos índices de aprendizagem e leitura tem resultado um enorme fracasso escolar e tenho atribuído esse fato (já comprovado), à educação imposta, obrigatória e formal (oferecida aos alunos de nossa escola).
Confrontando com este quadro, temos os vários sistemas de aprendizagem informal que leva os alunos de nossas mesmas escolas a aprenderem de diversos modos, desde dentro de casa até as pequenas/grandes informações recebidas a cada fração de segundo. Sem falar que essa forma de aprendizagem informal é crescente, infinita e prazerosa.
Então, torna-se indispensável falar aqui sobre uma forte ferramenta contribuitiva para essa nova cultura de aprendizagem da informação e do conhecimento, que são as NTICS (Novas Tecnologias da Informação e do Conhecimento).
Outrora os educadores somente poderiam lanças mão dos livros didáticos, giz e apagador; hoje existe um universo tecnológico que o auxilia no trabalho e na magia de formar opiniões e formar cidadãos críticos e estruturados para este mundo digital.
E aí, estendendo o raciocínio, nós educadores precisamos observar atentamente o outro lado da moeda, ou seja, as partes negativas que seriam a linguagem virtual utilizada, abreviações exageradas e fora dos parâmetros da nossa língua oficial, os sites proibidos, a grande quantidade de links e informações recebidas a cada segundo, entre tantas outras coisas.
Deve-se analisar, interpretar, compreender cada informação recebida e esse sendo crítico deve ser formado pelo educador.
domingo, 23 de maio de 2010
Internet, hipertexto e hipermídia
Na unidade 2, internet, hipertexto e hipermídia, vemos que há várias vertentes em relação a educação e as diversas mídias. Alguns defendem que o hipertexto está presente em qualquer lugar, já outros dizem que só no computador é possível haver hipertexto.
O que vi de mais importante nisso tudo foi que mesmo com essas novas tecnologias na escola o professor sempre existirá como mediador desse conhecimento, coisa que muitos acham que o papel do professor está ameaçado com o uso do computador nas escolas e com a chegada cada vez mais aberta da EAD. Muitos professores temem que com a evolução das TICs, a mudança na área educacional, tire o papel do professor, e não vêem que isso só acontecerá com aqueles que se mantém arredios ao uso dessas TICs. Pois a humanidade caminha a passos largos, e claro que nós quanto professores temos que acompanhar essa caminhada de perto para nos tornarmos colaboradores no processo de ensino e aprendizagem.
Como diz Maria Helena Pereira Dias “ As novas subjetividades com que a escola defronta, cujas novas determinações culturais implicam em novas capacidades mentais, cognitivas e afetivas estão a clamar por uma discussão que leve avante questões sobre: quem são os alunos, quem são os professores, o que e de que forma compete à escola ensinar.”
Quanto ao texto sobre blogs podemos ver que a maior preocupação dos professores que se utilizam dessa ferramenta cai na ortografia usada pelos alunos na internet, mas como uma professora mesmo deu o exemplo, ela combinou coma turma que os textos das pesquisas teriam que ser digitados corretamente, já os comentários feitos por eles e pelos colegas poderia usar a linguagem que normalmente eles utilizam na internet.
Acho que a questão foi muito bem resolvida.
Quanto ao mundo wiki, Jaime Balbino coloca muito bem a necessidade de aprendermos a refletir quando fala: “ A reflexão é o que permite olhar para além do que está posto, trabalhar a informação e reinterpretá-la de volta ao mundo, como resultado de nossa contemporaneidade.Essa desconfiança deveria ser inerente a qualquer tipo de informação ou método de ensino, no “mundo wiki” ela se encontra canalizada como combustível e motor de um conhecimento dinâmico, em constante transformação.”
Sônia E. P. Lemos
O que vi de mais importante nisso tudo foi que mesmo com essas novas tecnologias na escola o professor sempre existirá como mediador desse conhecimento, coisa que muitos acham que o papel do professor está ameaçado com o uso do computador nas escolas e com a chegada cada vez mais aberta da EAD. Muitos professores temem que com a evolução das TICs, a mudança na área educacional, tire o papel do professor, e não vêem que isso só acontecerá com aqueles que se mantém arredios ao uso dessas TICs. Pois a humanidade caminha a passos largos, e claro que nós quanto professores temos que acompanhar essa caminhada de perto para nos tornarmos colaboradores no processo de ensino e aprendizagem.
Como diz Maria Helena Pereira Dias “ As novas subjetividades com que a escola defronta, cujas novas determinações culturais implicam em novas capacidades mentais, cognitivas e afetivas estão a clamar por uma discussão que leve avante questões sobre: quem são os alunos, quem são os professores, o que e de que forma compete à escola ensinar.”
Quanto ao texto sobre blogs podemos ver que a maior preocupação dos professores que se utilizam dessa ferramenta cai na ortografia usada pelos alunos na internet, mas como uma professora mesmo deu o exemplo, ela combinou coma turma que os textos das pesquisas teriam que ser digitados corretamente, já os comentários feitos por eles e pelos colegas poderia usar a linguagem que normalmente eles utilizam na internet.
Acho que a questão foi muito bem resolvida.
Quanto ao mundo wiki, Jaime Balbino coloca muito bem a necessidade de aprendermos a refletir quando fala: “ A reflexão é o que permite olhar para além do que está posto, trabalhar a informação e reinterpretá-la de volta ao mundo, como resultado de nossa contemporaneidade.Essa desconfiança deveria ser inerente a qualquer tipo de informação ou método de ensino, no “mundo wiki” ela se encontra canalizada como combustível e motor de um conhecimento dinâmico, em constante transformação.”
Sônia E. P. Lemos
As sereias do ensino eletrônico
As sereias do ensino eletrônico
Esse texto nos leva a pensar e refletir sobre o uso das tecnologias em nossas vidas, principalmente nas escolas. Para nós que somos professores e que estamos recebendo essa leva de tecnologia dentro da escola, devemos refletir bastante, sobre o uso dessas, pois vemos que no mundo de hoje, existe a necessidade de nos integrarmos nesse universo, porém devemos ter claro dentro de nós, o que fazer e como fazer uso dessas novas ferramentas de trabalho. Achar o uso adequado e ideal para tal não é tarefa fácil, mas muito importante para que possamos interagir com nossos alunos e com esse mundo tecnológico que se apresenta a nossa volta. Achar que vamos ser descartados dentro da educação por que essas máquinas chegaram como se pensava a algum tempo é inviável, pois sabemos que essa forma de educação que muitos previam só usando o computador não existe e como nos mostra o texto só compromete a qualidade do aprendizado, do conhecimento. Os mediadores têm que existir e serem profissionais de qualidade, que buscam cada vez mais seu aprimoramento, sua melhor capacitação. O que vemos hoje é que não podemos nos formar e ficarmos parados no tempo precisamos estar ligados, antenados com o mundo à nossa volta. Isso em qualquer profissão. E o que precisa acontecer são as empresas, os governos, as autoridades perceberem que o uso desenfreado dessas tecnologias na formação de novos profissionais, precisa ser feita com muito cuidado, muito critério, pois simplesmente disponibilizar cursos à distância sem se preocuparem com a qualidade dessa formação, em pouco tempo pode ser desastroso para a sociedade. O comércio desse tipo de coisa pode até ser lucrativo, mas prejudicial a formação de profissionais qualificados no mercado de trabalho. Temos que tomar muito cuidado com isso.
O texto não nos coloca que esse tipo de ensino é errado, nos alerta e nos leva a refletir, para que possamos nos colocar dentro da sociedade conscientes do uso que fazemos em nossas aulas com essas ferramentas de trabalho que são as tecnologias da informação.
Na educação, podemos fazer uso delas normalmente, desde que com critérios, com qualidade, com consciência, pois com elas podemos ajudar nossos alunos a fazerem bom uso das informações que essas mídias nos trazem e se tornarem cidadãos críticos num mundo altamente competitivo. Devemos quanto professores, nos tornarmos profissionais qualificados e comprometidos com a formação de nossos alunos, para que possamos junto com eles mudarmos o mundo, só assim nosso trabalho fará sentido.
Sônia Esteves Pequeno Lemos
Esse texto nos leva a pensar e refletir sobre o uso das tecnologias em nossas vidas, principalmente nas escolas. Para nós que somos professores e que estamos recebendo essa leva de tecnologia dentro da escola, devemos refletir bastante, sobre o uso dessas, pois vemos que no mundo de hoje, existe a necessidade de nos integrarmos nesse universo, porém devemos ter claro dentro de nós, o que fazer e como fazer uso dessas novas ferramentas de trabalho. Achar o uso adequado e ideal para tal não é tarefa fácil, mas muito importante para que possamos interagir com nossos alunos e com esse mundo tecnológico que se apresenta a nossa volta. Achar que vamos ser descartados dentro da educação por que essas máquinas chegaram como se pensava a algum tempo é inviável, pois sabemos que essa forma de educação que muitos previam só usando o computador não existe e como nos mostra o texto só compromete a qualidade do aprendizado, do conhecimento. Os mediadores têm que existir e serem profissionais de qualidade, que buscam cada vez mais seu aprimoramento, sua melhor capacitação. O que vemos hoje é que não podemos nos formar e ficarmos parados no tempo precisamos estar ligados, antenados com o mundo à nossa volta. Isso em qualquer profissão. E o que precisa acontecer são as empresas, os governos, as autoridades perceberem que o uso desenfreado dessas tecnologias na formação de novos profissionais, precisa ser feita com muito cuidado, muito critério, pois simplesmente disponibilizar cursos à distância sem se preocuparem com a qualidade dessa formação, em pouco tempo pode ser desastroso para a sociedade. O comércio desse tipo de coisa pode até ser lucrativo, mas prejudicial a formação de profissionais qualificados no mercado de trabalho. Temos que tomar muito cuidado com isso.
O texto não nos coloca que esse tipo de ensino é errado, nos alerta e nos leva a refletir, para que possamos nos colocar dentro da sociedade conscientes do uso que fazemos em nossas aulas com essas ferramentas de trabalho que são as tecnologias da informação.
Na educação, podemos fazer uso delas normalmente, desde que com critérios, com qualidade, com consciência, pois com elas podemos ajudar nossos alunos a fazerem bom uso das informações que essas mídias nos trazem e se tornarem cidadãos críticos num mundo altamente competitivo. Devemos quanto professores, nos tornarmos profissionais qualificados e comprometidos com a formação de nossos alunos, para que possamos junto com eles mudarmos o mundo, só assim nosso trabalho fará sentido.
Sônia Esteves Pequeno Lemos
Aprendizagem continuada ao longo da vida o exemplo da terceira idade
Aprendizagem continuada ao longo da vida o exemplo da terceira idade
Esse texto muito bem elaborado fala de uma realidade que hoje vivemos, mas que muitos não se dão conta. Principalmente, muitos educadores. Nós estamos passando por uma infinidade de mudanças na nossa sociedade e muitas vezes nos recusamos a mudar. Como o exemplo do texto nos diz a aprendizagem se dá ao longo de nossa vida, mas nós só a vemos com espontaneidade, no inicio da vida e depois da fase adulta, na terceira idade, isto porque nestas fases aprendemos a aprender, enquanto no intervalo desse período temos que estudar. E as escolas nos dão como aprendizado, o escutar para aprender. Esquecem que despertar o desejo de aprender a aprender é muito melhor para todos nós. Assim sendo, muitos setores de nossa sociedade já estão investindo em capacitação de seus profissionais, só que muitos dos cursos oferecidos não ajudam muito os profissionais pois eles tem que ouvir para aprender, e isso já não mais é adequado as atuais mudanças sociais, o melhor é que durante toda a nossa vida nós deveríamos aprender de modo natural, como no início de nossa infância e na terceira idade, onde são criados ambientes de aprendizagem especiais para cada etapa.
Nós professores devemos nos capacitar em ambientes de aprendizagem para podermos aprender a criar na escola esses ambientes e ajudarmos a mudar essa estrutura de aprendizagem onde o professor detém conhecimentos que é passado para o aluno e esse ouve e através de exercícios repetitivos tem que deter esse conhecimento, não busca o conhecimento, pois não sabe como fazer isso.
E como diz o autor do texto, se os professores tiverem formação continuada em ambientes favoráveis a esse aprendizado, logo poderão estar empregando isso nas salas de aula, facilitando o aprender do aluno, e tornando esse aluno um ser humano capaz de aprender a procurar conhecimentos ao longo de sua vida.
Essa escola precisa mudar, mas para que essa mudança ocorra temos que ajudar os professores a quererem participar desse desafio.
Sônia Esteves Pequeno Lemos
Esse texto muito bem elaborado fala de uma realidade que hoje vivemos, mas que muitos não se dão conta. Principalmente, muitos educadores. Nós estamos passando por uma infinidade de mudanças na nossa sociedade e muitas vezes nos recusamos a mudar. Como o exemplo do texto nos diz a aprendizagem se dá ao longo de nossa vida, mas nós só a vemos com espontaneidade, no inicio da vida e depois da fase adulta, na terceira idade, isto porque nestas fases aprendemos a aprender, enquanto no intervalo desse período temos que estudar. E as escolas nos dão como aprendizado, o escutar para aprender. Esquecem que despertar o desejo de aprender a aprender é muito melhor para todos nós. Assim sendo, muitos setores de nossa sociedade já estão investindo em capacitação de seus profissionais, só que muitos dos cursos oferecidos não ajudam muito os profissionais pois eles tem que ouvir para aprender, e isso já não mais é adequado as atuais mudanças sociais, o melhor é que durante toda a nossa vida nós deveríamos aprender de modo natural, como no início de nossa infância e na terceira idade, onde são criados ambientes de aprendizagem especiais para cada etapa.
Nós professores devemos nos capacitar em ambientes de aprendizagem para podermos aprender a criar na escola esses ambientes e ajudarmos a mudar essa estrutura de aprendizagem onde o professor detém conhecimentos que é passado para o aluno e esse ouve e através de exercícios repetitivos tem que deter esse conhecimento, não busca o conhecimento, pois não sabe como fazer isso.
E como diz o autor do texto, se os professores tiverem formação continuada em ambientes favoráveis a esse aprendizado, logo poderão estar empregando isso nas salas de aula, facilitando o aprender do aluno, e tornando esse aluno um ser humano capaz de aprender a procurar conhecimentos ao longo de sua vida.
Essa escola precisa mudar, mas para que essa mudança ocorra temos que ajudar os professores a quererem participar desse desafio.
Sônia Esteves Pequeno Lemos
A sociedade da aprendizagem e o desafio de converter informação em conhecimento
A sociedade da aprendizagem e o desafio de converter informação em conhecimento
A sociedade hoje diz que o aluno sabe cada vez menos, e dessa forma a educação tem que mudar. Vendo isso os professores tem em mãos o desafio de converter informação em conhecimento. Já que os alunos tem acesso a informação mas ainda muita dificuldade de processar essas informações, visto que falta a eles alguns conhecimentos para aprenderem a analisar e filtrar essas informações, e cabe hoje à escola ajudá-lo nessa tarefa. Por isso foi dado ao professor esse desafio, que de um certo modo também se torna desafio para o aluno, já que ele terá que aprender a fazer essa conversão para que em qualquer tempo de sua vida ele saiba utilizá-la para benefício próprio.
Sendo assim cabe ao professor também aprender a converter “informações tecnológicas” em conhecimentos para desempenhar seu papel de educador na sociedade de hoje.
Sônia
A sociedade hoje diz que o aluno sabe cada vez menos, e dessa forma a educação tem que mudar. Vendo isso os professores tem em mãos o desafio de converter informação em conhecimento. Já que os alunos tem acesso a informação mas ainda muita dificuldade de processar essas informações, visto que falta a eles alguns conhecimentos para aprenderem a analisar e filtrar essas informações, e cabe hoje à escola ajudá-lo nessa tarefa. Por isso foi dado ao professor esse desafio, que de um certo modo também se torna desafio para o aluno, já que ele terá que aprender a fazer essa conversão para que em qualquer tempo de sua vida ele saiba utilizá-la para benefício próprio.
Sendo assim cabe ao professor também aprender a converter “informações tecnológicas” em conhecimentos para desempenhar seu papel de educador na sociedade de hoje.
Sônia
segunda-feira, 17 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Minha lista de blogs
http://fotolog.terra.com.br/cidamariamaria
http://www.vidadeturista.com/
http://cidamariamaria.blog.terra.com.br/
http://arteportodapartemcosta.spaces.live.com/default.aspx
http://cinemacultura.blogspot.com/
http://www.vidadeturista.com/
http://cidamariamaria.blog.terra.com.br/
http://arteportodapartemcosta.spaces.live.com/default.aspx
http://cinemacultura.blogspot.com/
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Saudades
Turma
Apesar da ausência apenas de uma aula, estou c saudades.
Espero reve-los na próxima semana.
Um grande abraço
Rosania Reis
Apesar da ausência apenas de uma aula, estou c saudades.
Espero reve-los na próxima semana.
Um grande abraço
Rosania Reis
Assinar:
Comentários (Atom)