“... a única educação que faz sentido é a que nos faz mudar o mundo”.
Realmente o número de baixos índices de aprendizagem e leitura tem resultado um enorme fracasso escolar e tenho atribuído esse fato (já comprovado), à educação imposta, obrigatória e formal (oferecida aos alunos de nossa escola).
Confrontando com este quadro, temos os vários sistemas de aprendizagem informal que leva os alunos de nossas mesmas escolas a aprenderem de diversos modos, desde dentro de casa até as pequenas/grandes informações recebidas a cada fração de segundo. Sem falar que essa forma de aprendizagem informal é crescente, infinita e prazerosa.
Então, torna-se indispensável falar aqui sobre uma forte ferramenta contribuitiva para essa nova cultura de aprendizagem da informação e do conhecimento, que são as NTICS (Novas Tecnologias da Informação e do Conhecimento).
Outrora os educadores somente poderiam lanças mão dos livros didáticos, giz e apagador; hoje existe um universo tecnológico que o auxilia no trabalho e na magia de formar opiniões e formar cidadãos críticos e estruturados para este mundo digital.
E aí, estendendo o raciocínio, nós educadores precisamos observar atentamente o outro lado da moeda, ou seja, as partes negativas que seriam a linguagem virtual utilizada, abreviações exageradas e fora dos parâmetros da nossa língua oficial, os sites proibidos, a grande quantidade de links e informações recebidas a cada segundo, entre tantas outras coisas.
Deve-se analisar, interpretar, compreender cada informação recebida e esse sendo crítico deve ser formado pelo educador.
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